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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Maio Zebrado em Brasília

O Instagram dos Sedianos de Brasília está pra lá de animado nesse mês de conscientização da existência da Síndrome de Ehlers Danlos e Hipermobilidade.
São muitas lives com assuntos mega importantes acerca do diagnóstico e cuidados essenciais aos pacientes e familiares!
Confira aqui alguns que já aconteceram lá no canal!








E aí? Você assistiu alguma dessas?
Gostaria de assistir novamente?
Logo teremos novidades quentinhas para dar mais suporte e embasamento aos pacientes e familiares de sedianos.
Visite o @eds_Bsb e reveja alguns vídeos!
Junte-se à nós!

domingo, 8 de março de 2020

Sedianos em Bsb - Grupo Manada- em São Paulo!


No início de março de 2020 o Grupo Manada(Sedianos em Brasília) foi representado pelas queridas Michela Marques, sediana, rara  e Maria da Glória Sousa, familiar de sedianos, que embarcaram de Brasília para o evento O Cenário das Doenças Raras no Brasil, em São Paulo-SP. 


O evento acontece uma vez ao ano, promovido pela Casa Hunter,  após a comemoração do Dia Nacional dos Raros, que, nesse ano foi comemorada em 29 de fevereiro, por ser o último dia do mês.
A programação do evento também é de responsabilidade da Casa Hunter e, nessa 5ª edição, contou com a participação de convidados ilustres, pessoas envolvidas em programas, pesquisas, tratamentos e/ou divulgações a favor dos portadores de doenças raras.
Presidente da Casa Hunter e Febrararas, Antoine Daher, Fernanda Daher, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, a advogada Rosângela Moro e a deputada Carla Zambelli

https://casahunter.org.br/













As nossas aventureiras fizeram parte da excursão rodoviária com alguns dos alunos do Professor Natan Monsores de SáProfessor da Faculdade de Ciências da Saúde - Universidade de Brasília UNB, pacientes raros e com os representantes d0 FEBRARARAS.



"Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasília, orientador no Programa de Pós-graduação em Bioética da Cátedra UNESCO de Bioética, coordenador do Observatório de Doenças Raras da Universidade de Brasília, secretaria da Rede Latino-Americana e do Caribe de Educação em Bioética da UNESCO. Coordenador do curso de graduação em Saúde Coletiva da UnB e pesquisador associado do Núcleo de Estudos em Saúde Pública (NESP/UnB)."



   A 5ª Edição do evento, realizada em 05 de março pela Casa Hunter, contou com a participação de personalidades de grande importância para o avanço das discussões acerca do tratamento e cuidado das doenças raras no Brasil, através de uma extensa programação, com aproximadamente 12h seguidas de palestras e mesas redondas diversificadas.


Durantes as palestras, o destaque dos temas apresentados  foi sobre as medicações disponíveis aos tratamentos e o despreparo dos profissionais em diagnosticar as diversas doenças raras. A estimativa é que temos 13 milhões pessoas com doenças raras no Brasil e de 6 a 8 milhões de doenças raras existentes.

Também foi discutido sobre a quantidade de geneticistas no país em relação à proporção brasileira, doentes que morrem sem diagnóstico ou que só conseguem ser diagnosticados depois de passar por muitos profissionais , doentes que morrem sem diagnóstico por diversas questões a serem observadas pelos especialistas e políticas públicas.

As mesas redondas e discussões fluíram, também, no sentido de como melhorar a qualidade e disponibilizar testes genéticos, sobre tecnologias existentes para ajudar os pacientes que não têm condições financeiras para arcar com o alto custo das investigações,  a possibilidade do exame do genoma no Brasil ser acessível quando não se consegue clareza no diagnóstico. O fato preocupante de que alguns genes ainda não tenham sido descobertos e, por outro lado,   alguns que os especialistas já mapearam não conseguirem o  investimento necessário para encontrar a medicação ou tratamento apropriado a especifidade de cada doença ou subtipo de doença rara. 


Companhia Circodança Suzie Bianchi

Os grupos de discussão  trocaram informações sobre os  tratamentos mais eficazes para dar dignidade de vida aos doentes raros e se debruçaram sobre as conquistas já adquiridas e os desafios para além da relação médico-paciente.


Esteve presente no evento a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que falou sobre o trabalho que vem fazendo junto ao Ministério da Saúde e da Secretaria da Pessoa com Deficiência para o olhar mais atencioso aos cuidados das pessoas raras, na melhoria do atendimento a esses pacientes e ao combate dos vários tipos de preconceito existente.











O Jornal da TV Record fez uma reportagem sobre o evento.



Grupo brasiliense na estrada!

Michela Marques, representante do Grupo Manada - Sedianos em Brasília














 Fonte das fotografias e alguns sites que fizeram cobertura do evento
- Michella Marques( Grupo Manada - Sedianos em Bsb)


sexta-feira, 6 de março de 2020

Dia de Conscientização das Doenças Raras no DF


Ter uma doença rara é um grande desafio.

Mas a dificuldade não é só ter a doença,  mas as limitações e lutas que esta nos impõem. Estas limitações começam no diagnóstico, passa pelo tratamento e termina com a falta de apoio e entendimento.

No dia 29 de fevereiro foi o dia de conscientização das doenças raras. Em Brasília-DF, aconteceu a primeira caminhada para dar visibilidade à essa condição. 

O evento, I CAMINHADA DE CONSCIENTIZAÇÃO DAS DOENÇAS RARAS NO DF foi realizado no Parque da Cidade Sarah Kubitschek  e contou com a presença de muitos sedianos(portadores da Síndrome de Ehlers Danlos) entre outras raridades. O Parque da Cidade é intensamente frequentado por moradores e visitantes de Brasília-DF, o que o motivou a ser o local escolhido para essa ação tão importante.

Durante o encontro, além da troca de informações entre os participantes, pacientes e familiares, aconteceu um breve levantamento de questões que causam medo, indignação 

Entre tantas preocupações, deixamos as seguintes reflexões:

Se você é profissional de saúde, nos ajude e reflita:

1) O fato de eu não conseguir reunir os sintomas que meu paciente apresenta em uma doença que eu conheço não significa que ele não tenha uma.

2) Se eu não sei o que ele tem, eu devo estudar, discutir com alguém experiente ou encaminhar o paciente para um centro capacitado.

3) Se eu não sei tratar o meu paciente, eu devo procurar ajuda para que ele tenha o melhor tratamento.

4) Se não há tratamento para o meu paciente, eu vou oferecer medidas paliativas para melhorar sua qualidade de vida.

5) Se meu paciente está com dor, eu vou buscar terapias, alternativas inclusive, para aliviar seu sofrimento. Ninguém merece viver com dor.

6) Se sou médico de família e diagnosticar um doente raro eu vou encaminhar, quando necessário, para um serviço especializado, mas não vou abandoná-lo. Mais do que um centro especializado, o doente raro precisa de assistência básica.

7) Se os exames do meu paciente estão normais e meu paciente tem queixa de dor, fadiga, disautonomia... ACREDITE, doenças invisíveis existem! E se você não consegue provar não significa que não seja real.


Se você é um familiar,  apoie.
Os sintomas que um sediano vivência vai muito além de apenas querer chamar atenção, requer atenção, requer companheirismo, compreensão e, em primeiro lugar, inclusão.

Nem sempre o seu sediano preferido poderá fazer parte dos eventos e aventuras familiares. Inclua-o mesmo assim.  Adapte ou permita que ele adapte a atividade à sua disposição do dia.

Juntos Somos muito mais fortes.

#sedianosdobrasil2020
#sed #eds #somoszebras #ehlersdanlos #sindromedeehlersdanlos #ehlersdanlossyndrome
#sedrara#sedianosraros#zebrasraras#assedhmanada

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Como foi o 2º Encontro de Sedianos em Brasília-DF


Nesse final de semana tivemos nosso Segundo Encontro dos Sedianos de BSB com familiares, amigos e profissionais de saúde. O encontro aconteceu no auditório da Escola Técnica do Guará- DF, na tarde de 30.11.19.
Foi uma experiência maravilhosa ter tantas pessoas reunidas buscando aprendizado, acolhimento, respeito... Durante as três horas de duração, os expectadores acompanharam cada uma das informações proferidas por cada palestrante com muito interesse.
Ultrapassando os limites de seus sintomas e comorbidades, vários pacientes estavam presentes, bem como amigos, parentes e outros profissionais que estão interessados em compreender a SED para auxiliar melhor no atendimento dos pacientes que já chegaram até os mesmos.
Conforme o convite informativo, anteriormente divulgado, tivemos uma tarde e início de noite recheadas de especialistas e atrações que retrataram bem a rotina diária de um paciente com a Síndrome de Ehlers Danlos e Hipermobilidade.
A cada palestra, o desejo por compreender mais essa síndrome rara e as condições por quais os pacientes passam foram aguçadas nos familiares presentes.


A interessada plateia ficou a par, ainda, dos tratamentos disponíveis, formas de manejo, cuidados essenciais, ajuda necessária, especialidades a serem visitadas e esclarecimento de todo o tipo de dúvida que se fez presente. Além disso, o encontro foi presenteado com show de música no intervalo, sessões de teatro dramatizadas por dois pequenos talentos familiares,  e o início acalentado por uma meditação com a Psicóloga Sissi.

 O momento ainda mais aconchegante do que o delicioso lanche oferecido pela equipe organizadora do Grupo Manada, foi a Roda de Conversa que se formou entre os especialistas a cada questionamento que fora dirigido à eles. Sem dúvida, um momento rico, prazeroso e muito esclarecedor para todos nós. O gostinho de "quero mais" ficou por conta da divulgação de cursos e eventos que estão por vir em Brasília-DF ministrados por cada um dos especialistas.



Agradecemos a cada um dos presentes, aos parceiros e parcerias que se formaram nesse encontro!
Junte-se à nós nessa luta para reconhecer e compreender a Síndrome de Ehlers Danlos!

sábado, 5 de outubro de 2019

SED, conhecer para apoiar - PL4817/2019

Você aí. É, você? Você consegue se imaginar acordando todos os dia de manhã com indisposição, dor no corpo e sensação de febre? Será que você está com gripe? Você acha que sim.
Agora, imagine você tendo uma gripe igual ou pior a essa todos os dias! 
Como a gripe não passa, você resolve ir ao médico. E, após ser examinado e seus exames estarem normais, o ser de jaleco branco lhe diz: "Você NÃO TEM NADA!"
E como em um eco você repete: "Não tenho nada!"
_Repita comigo: Não - Te- nho- na -da!
Ao término da consulta, o médico entrega um encaminhamento. Você pega o papel, sem acreditar, levanta os olhos e o médico diz:
_ Seu problema é psicológico.
_ Meu pro-ble-ma é psi-co-ló-gi-co!
Tente repetir mais rápido agora.
A sua vida passa como em um filme e você se pergunta: Não é real? Parecia real! Eu sinto! Então é psicológico! 
Você chega em casa, a gripe continua presente e assim permanecerá por um longo tempo.

Não sei você, mas nós ficamos indignados!
Fazemos parte de um grupo de pacientes com as Síndromes de Ehlers Danlos, no qual relatos como esse são diários. Nossos exames são normais, não conseguimos provar nossos sintomas. E estes fatos contribuem para que nosso diagnóstico seja tardio. Na Bélgica a estimativa de atraso diagnóstico é de 21 anos. No Brasil não há pesquisas sobre o tema, mas a expectativa é que esse atraso de diagnóstico seja muito maior. Sem diagnóstico correto, não temos tratamento correto. 
Imagem de Henning Westerkam
Nós somos diferentes da população saudável. Isso é devido ao nosso colágeno alterado que gera, entre outras coisas, hipermobilidade articular.  Hipermobilidade articular está presente em algumas doenças, mas é possível alguém ter hipermobilidade e não apresentar nenhum sintoma.

Ser hipermóvel significa que é preciso respeitar o limite das articulações e que é necessário realizar atividade física para fortalecer a musculatura, exercícios com pouca resistência e de baixo impacto. Fortalecendo a musculatura, as articulações estabilizam. Uma vez estáveis, as lesões (tendinites, condropatias, bursites, subluxações, luxações) irão diminuir, ou nem acontecerão, e não haverá dor, pode não haver fadiga e muitos outros sintomas serão inibidos.

Essa Síndrome é pouco conhecida na área de saúde, quando o diagnóstico é realizado, em muitas das vezes, os problemas já se instalaram. Muitos de nós precisamos de auxiliares de mobilidade (muletas, bengalas, cadeiras de rodas) ou evoluímos para invalidez, o que é muito triste para quem ainda é jovem e cheio de sonhos.

Mas nós não estamos acomodados. O fato de profissionais da área de saúde não nos reconhecerem como doentes, de não haver especialistas que conheçam a fundo a Síndrome, de termos no país apenas um centro credenciado (Rio Preto) com equipe capacitada em lidar com as comorbidades e as sequelas da iatrogenia ou do diagnóstico tardio, nos dá força para buscarmos soluções. Estamos tentando melhorar nossa qualidade de vida, nosso atendimento,  tentando divulgar as Síndromes de Ehlers Danlos e cobrando da esfera administrativa. Nós precisamos de tratamento adequado, precisamos de mais pesquisas (quem sabe uma cura?!), queremos nos reabilitar para retornar ao trabalho, queremos adaptações na sala de aula para nossas crianças e muito mais. Parece um sonho, mas podemos ter tudo isso!

Você já ouviu falar do PL 4817/2019? Ele foi escrito pensando nesses pequenos desejos.  Contamos com a sua ajuda! Precisamos do seu apoio!


Vote apoiando completamente esse PL! 
Ajude uma zebra a ser reconhecida em meio aos cavalos.

 PL 4817/2019  https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2218267

Votação: https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2218267

Junte-se à nós!

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

PL 4817/2019: SED e TEH

O que é uma PL e como pode ajudar os portadores da Síndrome de Ehlers Danlos  e da
Síndrome de Hipermobilidade?

PL  é, resumidamente, um Projeto de Lei  com propostas legislativas cujas normas devem ser apresentadas por um deputado ou senador para serem  submetidas à votação no Congresso Nacional. Para que possamos acompanhá-lo, devemos observar o número que foi protocolado ao ser criado, inserido para tramitação na Câmara Legislativa.
Os passos básicos de uma PL são:

1- A PL é criada/apresentada por um deputado ou senador;

2- A PL é enviado para tramitação ao Congresso Nacional;

3- A PL recebe um número de identificação com o ano de criação.
Por exemplo, a PL 4817/2019.
O Deputado Roberto de Lucena abraçou a nossa causa e aceitou ser autor do Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Pessoa com a Síndrome de Ehlers Danlos e a Síndrome de Hipermobilidade. Essa importante PL foi protocolada na data de 03 de setembro sob o número PL 4817/2019 e passou sem emendas até o fim do prazo.

Esse foi o primeiro passo para termos uma lei que nos garanta alguns direitos na área de saúde, educação e trabalho.

Só para que se recordem, nós do ASSEDH Manada nos reunimos em 13 de agosto de 2019 com o Deputado Roberto Lucena e apresentamos nossas propostas, desejos e intenções para que os portadores da SED sejam vistos e, devidamente, assistidos pelas políticas públicas.

O ASSEDH Manada retornou a Câmara no dia 25 de setembro para acompanhar o andamento da PL e apresentá-la para mais deputados que possam nos apoiar.

Encontro com o Deputado Marcelo Aro
Desde o dia 11 de setembro, a nossa PL encontra-se "Aguardando Parecer do Relator na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD)".

Começamos um trabalho de formiguinha para que nossa PL seja aprovada e, a partir de agora, vamos precisar do apoio de todos os sedianos, hipermóveis, familiares, médicos  e especialistas para nos ajudar a ter a aprovação que necessitamos. 

Procurem os deputados, conversem sobre a PL 4817/2019, busquem apoio para termos nossa própria lei. 

Entrem no site da Câmara dos Deputados e apoie nossa PL para que possamos ter instituída a Política Nacional de Atenção Integral à Pessoa com a Síndrome de Ehlers-Danlos e a Síndrome de Hipermobilidade.

4- Na sequência, se aprovado pelos Senadores, a PL segue para revisão na Câmara, e vice-versa, e então para sanção presidencial.
O Presidente pode aprovar total ou parcialmente(com vetos).

5- Se houver vetos, a Câmara decide, por votação, se os mantém.

E assim nossos direitos e qualidade de vida adequado serão garantidos.

"Tudo parece impossível até que seja feito" Nelson Mandela

Junte-se á nós!

Para entender mais sobre o caminho de uma PL:

Para acompanhar a PL 4817/2019

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Conscientização sobre SED e TEH em Brasília - DF

O início da nossa história se mistura com laços de uma amizade que nasceu com a descoberta, o diagnóstico,  da Síndrome de Ehlers Danlos(SED). Foi a partir disso e da necessidade de conhecer outras pessoas com SED que, em maio de 2019, foi criado um grupo de bate-papo, tornando possível que nos conhecêssemos pessoalmente.

Primeiro Encontro. Maio de 2019.
Após nosso primeiro encontro realizamos um brainstorm e surgiu o Projeto Zebras, que tornou-se nosso sonho. 

Nas reuniões que se seguiram, percebemos que tínhamos em comum não só a doença, mas também o atraso no diagnóstico, as consequências da iatrogenia pela inabilidade no tratamento, a dificuldade em sermos compreendidos pelos profissionais da área de saúde e pela sociedade, a desvalorização dos sintomas e da própria doença.

Diante disso, criamos o Grupo ASSEDH Manada e este tornou-se responsável pela mobilização dos sedianos em Brasília. 

Entre nossas ações na luta da conscientização da SED e TEH estão:

- Reunião realizada em 07 de agosto de 2019, com a Coordenadora de genética e doenças raras do DF, na qual participaram também a Assessora de Redes de Atenção à Saúde e a RTD de Medicina de Família e Comunidade. Nesta reunião entregamos nossas solicitações, entre elas: 
       1- Indicação de serviço de referência para atendimento ambulatorial, hospitalar e reabilitação dos pacientes;  
            2- Uma nota técnica para a SED; 
            3- A capacitação dos profissionais da área de saúde e educação. 
            * Estamos aguardando respostas sobre o andamento das solicitações.

- Reunião, realizada em 13 de agosto de 2019 com o Deputado Roberto de Lucena, no qual entregamos documento com solicitação para nos ajudar a lançar o projeto de lei que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Pessoa com a Síndrome de Ehlers Danlos e a Síndrome de Hipermobilidade. O Deputado Roberto de Lucena prontamente acolheu a nossa causa e o Projeto de Lei já foi protocolado na Câmara. 
Grupo ASSEDH Manada com o Deputado Roberto de Lucena
          Facebook do Deputado Roberto de Lucena com a impressão do encontro 

           PL 4817/2019 - Projeto de Lei  

         Projeto 4817/2019 na íntegra


- Reunião realizada em 23 de agosto de 2019,  com o Diretor do Departamento de Atenção Especializada e Temática e com a assessoria do Ministro da Saúde. No qual apresentamos um documento solicitando, dentre outras coisas: 
      1- A construção de Protocolo Clínico e Diretrizes de Tratamento;                       
     2- Capacitação para profissionais da área de saúde; 
     3- Serviço de referência para SED, formação de equipe multidisciplinar para SED e TEH; 
      4- Sistema de informação para registro de pacientes raros; 
      5- Maio listrado. 
       *Estamos aguardando respostas sobre andamento das solicitações.


- Participação no Programa Guará Vivo, em 31 de agosto de 2019, entrevista na Rádio e Live promovendo informação sobre a SED e TEH para a população. A Live circulou o país e teve uma audiência alta. Teve a participação de dois médicos de duas especialidades diferentes(cardiologia  e  especialista em dor) e mais uma paciente especialista em  neuropsicologia. Todos do DF. Fomos convidados para retornar a Rádio e, em breve, estaremos novamente ao vivo para conversarmos sobre as patologias.
Grupo presente no Programa Guará Vivo
           Link da Live do Programa:

- Abertura de contas no: 

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Nessas contas há lançamentos de posts com informações sobre a SED e TEH. Em 10 dias de conta nós já estamos com 211 amigos no Facebook e 181 amigos do Instagram. O que nos anima muito pois, apesar de sermos raros, somos muitos aqui no DF e no Brasil. E todos os que se juntam a nós estão a procura de ações importantes que propiciem a visibilidade das síndromes e, igualmente , informações eficientes e responsáveis.
    
Esse é só o comecinho do que ainda planejamos fazer em prol dos pacientes com SED e TEH.

Venha fazer parte dessa equipe que só cresce! Junte-se à nós!